A lei da moralidade aprovada pelos talibãs em 2024 exige que as mulheres cubram todo o corpo e o rosto, exceto os olhos
A lei da moralidade aprovada pelos talibãs em 2024 exige que as mulheres cubram todo o corpo e o rosto, exceto os olhos
O ano de 2024 foi o pior de que há registo no Quénia, com uma média de 14 mulheres mortas a cada mês, segundo a Odipo Dev e a Africa Uncensored
A Ouvidoria Setorial da Universidade Estadual Vale do Acaraú participou, nesta terça-feira (12), da III Oficina de Planejamento e Integração do Pacto contra o Feminicídio no Estado do Ceará, realizada no Centro de Educação a Distância (CED), em Sobral. A instituição foi representada pela ouvidora setorial, Profa. Joyce Mazza. Promovido pela Assembleia Legislativa do Estado […]
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A cantora Pabllo Vittar revelou um episódio delicado envolvendo sua vida pessoal e causou forte repercussão nas redes sociais. Em vídeo publicado nesta segunda-feira (20), a artista contou que teve fotos íntimas compartilhadas sem consentimento por um ex-affair. Segundo Pabllo, a situação veio à tona após um conhecido alertá-la sobre o comportamento da pessoa. “Recebi [...]
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Desde 2024 que Fawzia trabalha com a Amnistia Internacional para fazer campanha pela libertação da sua irmã Manahel
Um homem de 60 anos foi preso em Espinho após ameaças de morte à companheira. A PSP apreendeu carabinas, revólveres, pistolas e 16 armas brancas.
Fez o retrato das portuguesas e foi presa consecutivamente. Visitou a URSS, foi recebida em Pequim pelo primeiro-ministro, viveu em Paris o Maio de 68.
Maria Lamas (1893-1983), a última desobediente.
Regina Quintanilha (1893-1967) foi a primeira advogada portuguesa. Conviveu bem com Salazar, que conhecia de Coimbra, mas ajudou o genro a fugir à PIDE e foi sempre o oposto da mulher sonhada pelo Estado Novo.
Na semana da tomada de posse de Seguro, comentámos o seu discurso e o seu início de mandato, as voltas de Georgia Meloni e como andam os direitos das Mulheres.
O TikTok respondeu à agência de notícias France-Presse que as publicações visadas já tinham sido retiradas da plataforma e que as suas equipas "se esforçam por identificar eventuais conteúdos ilícitos sobre este tema"
Irene Lisboa acreditava que a revolução começava nas primeiras letras. Por tentar mudar o ensino em ditadura, foi votada ao ostracismo. Esquecemos uma das mais originais vozes da poesia portuguesa?
Para apoiar as vítimas de assédio a denunciar esse tipo de crime, o Ministério Público do Trabalho elaborou uma cartilha que orienta a forma correta de coletar provas que ajudem a comprovar as violações
Presidente da República fez discurso em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, falou sobre fim da escala 6x1 e Eca Digital
Neste jornal, dados da Pordata a propósito do Dia Internacional da Mulher. Ainda nesta edição, as últimas da guerra no Médio Oriente e a antevisão do Benfica - FC Porto desta tarde.
Primeira consulta, segundo o ministério, identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência
Sarah Hendriks, diretora da divisão de Políticas, Programas e Assuntos Intergovernamentais da ONU Mulheres afirma que ainda que em 44% dos países do mundo a lei não exige igualdade salarial para trabalho de igual valor e que 74% dos países do mundo ainda permitem o casamento infantil por lei
Mulher, negra, homossexual. Escreveu nos maiores jornais nacionais, amou quem quis, como quis. Virgínia Quaresma (1882-1973) lutou em muitas frentes e foi narradora da História, que depois a esqueceu.
"O Afeganistão enfrenta uma crise de saúde cada vez mais grave, impulsionada pelos contínuos ataques dos talibãs aos direitos das mulheres e raparigas", diz ONU
Foi a primeira cirurgiã do país e enviuvou do primeiro Presidente eleito do Sport Lisboa. Mas Carolina Beatriz Ângelo (1878-1911) foi muito mais. Desafiou a República e fez-se ícone do movimento sufragista mundial.
"Este diferencial [entre homens e mulheres] agrava-se nas qualificações mais elevadas", aponta ainda a CGTP
A história de Virgínia de Castro Almeida, que deixou Lisboa pelo "crime" de pedir o divórcio. Em França, foi pioneira do cinema, escreveu guiões e apaixonou-se por outra mulher.
Ana de Castro Osório deu a vida pela literatura para infância e a causa feminista. Amada por uns, temida por muitos, redigiu as leis do divórcio e inscreveu o nome na História de Portugal e do Brasil.