As memórias do autor americano estão em destaque esta semana, além de “Carne”, de David Szalay, o “regresso” de Luiz Pacheco, o novo disco dos Boards of Canada, Miguel Marôco e o Vale da Amoreira.
As memórias do autor americano estão em destaque esta semana, além de “Carne”, de David Szalay, o “regresso” de Luiz Pacheco, o novo disco dos Boards of Canada, Miguel Marôco e o Vale da Amoreira.
Já vimos os primeiros episódios da nova série da Apple TV+. Será que ganha alguma coisa face ao filme de Scorsese? Alguma vez os remakes se justificam? E o espanhol, é melhor intérprete ou popstar?
Antes do mundial, um compêndio com 1001 memórias da bola; Portugal de 70 e 80 em fotografias; os crimes da loja dos iogurtes; ou aquela nova série da Netflix. Eis as propostas para esta semana.
A propósito do filme “Pai Nosso — Os Últimos Dias de Salazar”, lançamos as perguntas: estas figuras dão boas personagens? Têm público? E como se contam estas histórias?
O novo documentário sobre o ator e humorista é uma das propostas da semana. Também há “Fast and Furious” em livro, o regresso da série “Rivals” e uma grandessíssima canção de Margarida Campelo.
A série original de 2011 regressa para ser um dos destaques desta semana, a mesma em que também falamos de Moçambique, um relógio de senhora perdido e dois Davids: o Lodge e o Frost.
“Os Não Eleitos”, na Netflix, é um dos destaques desta semana, em que também falamos de livros de memórias, uma fuga em banda desenhada e um Jack Nicholson clássico que regressa, agora no streaming.
Será que a cultura popular pode representar uma nova adolescência? Há fenómenos que nasceram para serem vividos numa determinada idade? Eis as reflexões da edição desta semana do Pop Up.
A autora portuguesa, que tem uma nova coleção de contos, é uma das propostas desta semana, além de (mais) true crime na Netflix, muita BD, fé e família no cinema e Ryan Gosling no espaço.
A possibilidade de ter o Nobel da Literatura como opcional no 12.º ano é a desculpa perfeita para falarmos de leituras na adolescência e aulas de português no Pop Up desta semana.
O compositor americano é uma das propostas desta semana, que vão de (outros) clássicos como Le Carré, Bruce Willis ou terrence Malick, a gente inquieta em 2026 — que o diga Robyn e o seu novo álbum.
Mestre de artes marciais, protagonista de filmes de ação, estrela de uma TV que já não volta e piada interminável da internet: como é que Chuck Norris representa a transformação da cultura popular?
As memórias do escritor que cresceu em Palermo; um romancista famoso adaptado à BD; o amigo que afinal era assassino; a difícil arte do conto. Esta semana, como nas outras, há propostas para todos.
Dias depois da entrega dos prémios de Hollywood, fazemos a nossa avaliação: que prémios foram bem entregues? Para onde vai Chalamet? E o que vai ser desta cerimónia quando chegar ao YouTube?
A música dos Suede, textos sobre a Geringonça, a vida de Espinoza, os amigos John & Paul, a manosfera em documentário e os discos de Tim Maia: esta semana há de tudo para todos.
Antes de mais uma noite de prémios em Hollywood, recapitulamos os nomeados para a estatueta mais cobiçada e fazemos a nossa avaliação sobre os candidatos a Melhor Filme — e não só.
O documentário “Man on the Run” é uma das propostas para esta semana, tal como o novo álbum de Harry Styles, uma exposição sobre Vasco Granja e a série “DTF St. Louis”.
A série que recorda o romance entre JFK jr. e Carolyn Bessette e o novo disco de Damon Albarn e parceiros são apenas algumas das dicas desta semana – que também incluem rugby.
O ciclo de filmes do sueco continua no Nimas; o quarto só da autora britânica tem uma nova edição; e esta semana também há séries e música para descobrir.
Os jogos olímpicos sobre neve e gelo transformaram-se num evento mediático e viral e dão ótima televisão. O que é que os torna tão especiais e de onde vem esta popularidade?
Esta semana vamos ao cinema, mas também vemos documentários em casa. Lemos romances americanos, descobrimos uma série com vinho engarrafado e ajudamos a reconstruir, depois da tempestade.
Em 1926 foram feitos os primeiros testes do aparelho que mudaria o mundo. Desculpa perfeita para recordarmos programas, emissões e episódios que mudaram as nossas vidas.