No dia 10 de Junho, Portugal celebra Camões, mas como chegou um poeta a símbolo nacional? E o que diria ele da língua que falamos hoje? O Marco Neves faz uma viagem pela evolução do português.
No dia 10 de Junho, Portugal celebra Camões, mas como chegou um poeta a símbolo nacional? E o que diria ele da língua que falamos hoje? O Marco Neves faz uma viagem pela evolução do português.
Uma palavra inglesa pode explicar porque Portugal diz golo e o Brasil diz gol. Mas não é a única surpresa deste episódio, que passa também pelo Google, sufixos das profissões e regras da ortografia.
Por que razão temos tanta tendência para carregar no "Ré" de "República"? O Marco Neves aborda ainda a rota histórica de origem árabe que gera confusão entre o azeite, o óleo e o vinagre na Europa.
Do concerto de Bad Bunny ao debate entre brasileiros e portugueses sobre o que é ser um povo latino, o Marco Neves desvenda curiosas sinédoques geográficas e ainda desvenda a origem de "estibordo".
Os “paus” regressaram ao vocabulário dos mais novos, mas os “contos” ficaram apenas para a história? O Marco Neves ajuda a perceber porquê e ainda explica o mistério da origem de “chateado”.
Entre o Brasil e a final da Taça de Portugal, Marco Neves fala do sotaque “chiado” dos cariocas, explica porque é que dizem “meia” em vez de seis e dá a conhecer um ouvinte que lê mais de 30 línguas.
O Marco Neves esclarece se "invernar" e "hibernar" significam o mesmo, a razão para abrir a vogal em "Resende" e ajuda a resolver uma discussão de família: "dezanove vinte e sete" ou "mil novecentos"?
Do Dia das Letras Galegas às canções da Eurovisão, o Marco Neves aproveita para explicar a origem da palavra “mãe”. E como é que Brasília, uma "cidade recente", já tem tantos sotaques?
Segundo Bernardo Lucena, a questão do ensino do português foi abordada em reuniões mantidas esta quinta-feira com responsáveis do governo da província do Ontário
Entre regionalismos brigantinos, diferenças entre porto e cais e a origem de “Diniz”, os ouvintes enviam dúvidas e descobrem que o português, afinal, vive de histórias, escolhas e alguma confusão.
Do Brasil a Macau, passando por África e pela diáspora: uma viagem pelo presente e futuro da língua portuguesa no mundo, no dia em que celebramos globalmente o dia da língua portuguesa.
Para Margarita Correia, "o português não é nosso, é de todos aqueles que o admitiram como língua oficial e que o usam, adquirem ou aprendem".
Do campeão nacional às nuances da língua, o Porto é cidade, clube e vinho, mas nem todas as línguas o dizem da mesma forma. O Brasil tem muitos sotaques, mas será que Portugal ganha nesse capítulo?
Porque é que se diz “menistro”, “vezinho” ou “Felipe” em certas zonas do país? O Marco Neves analisa ainda a polémica em torno de Cristina Ferreira e esclarece se uma pergunta pode servir de desculpa.
Em semana do 25 de Abril e do Dia do Livro, descobrimos se “liberdade” vem de “povo” e o “livro” da casca das árvores. O Marco Neves fala ainda de rosas, Catalunha e o mito de Shakespeare e Cervantes.
Ngozi Okonjo-Iweala expressou satisfação por ver os resultados alcançados no desenvolvimento de Macau desde o regresso à China
Da origem da palavra “bloqueio” às ilhas da Macaronésia, passando pelo crioulo cabo-verdiano e a etimologia de “ilha”, terminamos com Eça de Queiroz e uma reflexão sobre o tédio da perfeição.
Como é que a marmelada se transformou num doce de laranja em Inglaterra? O Marco Neves analisa ainda o erro típico do "A" que separa Portugal do Brasil e explica a origem de "nave" e "manteiga".
Paulo Rangel lamenta que as remunerações dos professores não tenham sido revistas desde 2009
Parece uma pergunta de infância, mas a resposta é um misto de astronomia, tradição e até um “algoritmo”. Pelo meio, uma viagem a Valência onde o português se aprende (e existem cada vez mais fãs).
A 43.ª assembleia-geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa realiza-se a 13 de abril em Macau. Viseu e Ícolo e Bengo candidatam-se à organização.
Para Nicolau Santos, a estação tem sido uma "testemunha viva" dos momentos mais marcantes da história recente dos PALOP
A origem curiosa e pouco clara da expressão "xi coração", a dúvida entre "escumadeira" ou "espumadeira" e ainda a palavra que o Marco Neves inventou para que um dos filhos deixasse de dizer palavrões.
A palavra “primavera” nem sempre quis dizer o que pensamos? O Marco Neves esclarece ainda se "cara metade" é uma expressão exclusivamente romântica e explica a frase: “Voltem para os vossos lugares”.
Será que a palavra “casal” se aplica a qualquer relação e significou sempre o mesmo? O Marco Neves explica ainda a razão pela qual usamos mais o “vocês” em vez de “vós”.
Nesta edição, as dúvidas dos ouvintes mandam no programa. Da origem de “mealheiro” à pronúncia correta de “Estremoz”, ainda sobra tempo para abordar a história misteriosa sobre a “sogra” alentejana.
Por que é que chamamos "Terra" ao nosso planeta se ele é quase todo coberto por água? E ainda o "ok" que já não é apenas uma palavra, mas sim o maior símbolo da influência cultural da língua inglesa.
Nos planos governativos de Macau para 2026 está incluído a celebração de um acordo para auxílio judiciário mútuo em matéria penal com Angola
Existem várias histórias sobre a origem de “OK”, mas nem todas são verdadeiras. O Marco Neves fala sobre “insosso”, “insonso” e introduz ainda o termo “insulso”: um deles é mais correto do que outro?
O financiamento do Procultura II integra-se na cooperação da União Europeia com os PALOP-TL e passará também a fazer parte da nova iniciativa Africa–Europe Partnerships for Culture