Na periferia de Ribeirão Preto, onde o barulho da estrada de ferro se encontrava com o som da correnteza do rio, há 43 anos floresceu um território sagrado de resistência. Ali, onde “não tinha nada de bonito”, Mãe Neide Ribeiro enxergou os elementos necessários para plantar seu axé — ao lado de seu companheiro e […]
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