Portugal tem uma política diferente da espanhola em relação às Lajes e a Israel pela mesma razão que teve uma política diferente da francesa em relação à ETA. A razão chama-se interesse nacional.
Portugal tem uma política diferente da espanhola em relação às Lajes e a Israel pela mesma razão que teve uma política diferente da francesa em relação à ETA. A razão chama-se interesse nacional.
Do “capitalismo fóssil” ao heteropatriarcado, das opressões LGBTIQA+ ao inevitável ódio a Israel, a amalgamação de temas e de bandeiras alimenta a Greta e a Climáximo e já contamina todas as esquerdas
A violência do COPCON gerou a sua própria antítese, empurrando o país para a beira de uma guerra civil que só o 25 de Novembro logrou travar.
O problema do intelectual de esquerda português nunca foi a falta de informação, nem o desconhecimento histórico, nem a ausência de sinais. Foi a falta de vergonha.
O Facebook supera a o KGB e o X bate aos pontos o PC chinês. Eu, confesso, fiquei surpreendido ao saber que o botão “deixar de seguir” é apenas uma versão “gore” do Gulag e do Laogai.
O aumento do discurso de ódio wokista contra os defensores da vida vem agora renovar e aumentar os riscos associados à violência da extrema-esquerda também entre nós.
Se eu, em vez de jurista, fosse psiquiatra, talvez pudesse ter contribuído para a saúde mental da coletividade – a psiquiatria é uma ciência com largo futuro e já hoje uma necessidade dos intolerantes
É complicado desvalorizar as patifarias da extrema-direita quando esta, pelos vistos, até comete muito poucas e uma pessoa tem um trabalhão para encontrar uma que seja.
Ninguém disparou contra Kamala Harris. Ninguém regou com gasolina manifestantes do clima. A violência vem sempre do mesmo lado.
O único estadista europeu que apoiou a ofensiva de Israel e dos EUA foi Zelensky. Porque, tal como Israel, não pode ignorar a guerra que a teocracia iraniana declarou contra o Ocidente.
O assassinato de Quentin Deranque é a possível gota de água num país que parece um cocktail Molotov. Esperemos que profecias não se tornem, como as de Cassandra, avisos ignorados até ao choque final.
Nestes tempos de ânimos extremados, vai-se tornando cada vez mais evidente que, afinal, a estupidez não é um exclusivo da Direita, e pode ser fatal.
A violência, que na tradição liberal e democrática é um vício a conter, é para a esquerda uma virtude (na verdade, a suprema virtude) a exercer. Como demonstra o linchamento do jovem Quentin em França
Assimilado até à saturação o legado de Fanon e Said, deu-se atenção aos intelectuais que nos seus países prepararam a revolução anti-ocidental com bases apenas inteligíveis à luz do pensamento europeu