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Ha most nem lépünk fel az erőpolitika ellen, Európa jövőjét és a jólétünket kockáztatjuk

Egyes vezetők a hallgatást és a kétértelműséget választják a nemzetközi jog védelme helyett. Pedig szabályok nélkül Európa meg fog gyengülni, és az erősebb joga a legnagyobb és legbrutálisabb szereplőknek kedvez. A spanyol miniszterelnök írása.

  • 2026/04 / diplomácia, spanyolország, ensz
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Το «μονοκομματικό καθεστώς» της Ιαπωνίας

Από το 1955, ο ίδιος πολιτικός σχηματισμός κυβερνάει την Ιαπωνία δίχως (σχεδόν) την παραμικρή διακοπή. Η οικονομική άνθηση της χώρας, που την μετέτρεψε στην τέταρτη δύναμη παγκοσμίως; Δικό του έργο. Η ευθυγράμμιση με την αντικομμουνιστική σταυροφορία των ΗΠΑ στην περιοχή; Δικό του έργο. Και η τωρινή επιστροφή σε μια ψυχροπολεμική λογική, που δημιουργεί το ενδεχόμενο μιας σύγκρουσης με την Κίνα,…

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Το πολυμερές σύστημα σε κρίση και το διακύβευμα για την Ευρώπη

«No a la guerra». Η Ισπανία ύψωσε μια ξεχωριστή φωνή στη διεθνή σκηνή. Για μία ακόμη φορά, μετά την αμερικανική επίθεση εναντίον της Βενεζουέλας, μετά τη γενοκτονία στη Γάζα. Ο πρωθυπουργός της Πέδρο Σάντσεθ εξηγεί μέσα από το άρθρο του, ειδικά γραμμένο για τη Le Monde diplomatique, τους λόγους για τους οποίους η χώρα του αρνείται την κυριαρχία του νόμου του ισχυρότερου. Κανείς δεν αλλάζει…

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Pacote Laboral e Reforma do Estado, duas mudanças desastrosas.

Sexta-feira, 24 de Abril, às 18h Conversa com Sebastião Santana e José Feliciano Costa, com moderação de Sandra Monteiro. Entrada livre Livraria Tigre de Papel Rua de Arroios, n.º 25 (Lisboa) A realização em 11 de dezembro último de uma greve geral com uma adesão histórica forçou a entrada no espaço mediático de debates sobre o carácter socialmente regressivo das propostas do governo de alteração…

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Uma Constituição revolucionária e socialista

Nacionalizações, reforma agrária, relações de produção socialistas, poder democrático das classes trabalhadoras… A Constituição da República aprovada em 2 de abril de 1976 incluiu na sua secção económica uma orientação socialista, articulada com a construção da democracia. Passados 50 anos, quando a direita ganha novo alento para rever o texto constitucional, recolocar esta articulação não é só…

Uma docilidade tão mal recompensada

A agressão israelo-americana ao Irão, desprovida de qualquer pretexto sério ou de justificação legal, sublinha a inexistência da Europa perante uma guerra que lhe compromete a segurança e ameaça a economia. Este apagamento é ainda mais espetacular porque, antes disso, Washington rompeu um tratado com Teerão negociado pelo conjunto dos europeus. A agitação impotente dos dirigentes europeus perante…

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«Louis Lui» e a celebração em queda da harmonia

A cada eleição municipal, as cidades pequenas são celebradas como espaços de proximidade, de horizontalidade e de decisões partilhadas. Mas, por trás da fachada tranquilizadora das câmaras municipais rurais, a autoridade concentra-se muitas vezes nas mãos de poucos. Análise dos mecanismos discretos do poder autárquico em França. Ao contrário do que é habitual no seu processo criativo, Paulo…

«Os nossos valores»: 28 milhões de mortos

Em 2020, um grupo de universitários tornou pública uma ferramenta inédita: uma base de dados que regista, desde a década de 1950 até aos dias de hoje, o uso de uma arma diplomática que se supõe ser sempre mais suave e mais humana do que a guerra: as sanções. Na maioria das vezes, são os ocidentais que as impõem e os países do Sul que as sofrem. Em sete em cada dez casos, elas não atingem os…

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Um otimismo indómito

No sábado, dia 7 de março, cinquenta mil pessoas manifestaram-se em Londres para protestar contra a guerra travada por Israel e pelos Estados Unidos no Irão. Uma afluência notável em comparação com a de outras metrópoles ocidentais, mas insignificante se recuarmos no tempo: a 15 de fevereiro de 2003, mais de um milhão de manifestantes percorriam as ruas de Londres contra a invasão do Iraque.…

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Quando Israel arrasta os Estados Unidos

Genocídio, anexações, agressões: Telavive e Washington já não prestam contas. Nem aos seus aliados, nem às Nações Unidas; nem sobre os seus fins, nem sobre os seus meios, apesar de serem manifestamente ilegais. O multilateralismo está a ser sujeito a uma rude prova. O «Sul global», dividido, só relutantemente se envolve. E a Europa aceita os bombardeamentos de bairros residenciais de Beirute, bem…

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Radiografia da extrema-direita violenta

Nas últimas semanas, os grandes media franceses têm-se empenhado em apresentar a esquerda radical como um novo fascismo, intolerante, faccioso e assassino. Este passe de mágica simbólico faz esquecer a existência de uma ultradireita identitária e que espalha o ódio, que se expande nas redes sociais, consolida os seus bastiões e cultiva um ideal de reconquista brutal. Como é que foi possível um…

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Recortes de imprensa

DESPEJAR Segundo algumas estimativas citadas pela The Economist (21 de março), o problema dos resíduos seria hoje mais preocupante no Reino Unido do que era em Itália na década de 1990. Oficialmente, Tony Soprano, mafioso e personagem principal da série Os Soprano, dirigia uma empresa de gestão de resíduos. Neste setor, queixava-se ele, «toda a gente assume logo que estás ligado à Máfia. O clichê…

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Reform UK: uma ascensão irresistível?

Também no Reino Unido, o poder parece destinado a ser conquistado pela direita radical. O partido Reform UK, de Nigel Farage, está em alta. Quinze anos de austeridade e de escândalos desacreditaram os conservadores. Nigel Farage está a divertir-se imenso. «O Reform não tem como objetivo acolher todos os deputados conservadores à deriva!» (The Telegraph, 17 de janeiro de 2026). Desde as eleições…

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«Louis Lui» e a celebração em queda da harmonia

A cada eleição municipal, as cidades pequenas são celebradas como espaços de proximidade, de horizontalidade e de decisões partilhadas. Mas, por trás da fachada tranquilizadora das câmaras municipais rurais, a autoridade concentra-se muitas vezes nas mãos de poucos. Análise dos mecanismos discretos do poder autárquico em França. Ao contrário do que é habitual no seu processo criativo, Paulo…

Soberania digital, o dia seguinte

O que aconteceria se, de repente, uma administração americana cortasse os serviços digitais americanos para toda a União Europeia? O dia seguinte, em forma de 1 de abril. «O meu cartão não está a funcionar. Tem troco?» Já traído pelo despertador e pelo telemóvel — que são um só —, Jules tem dificuldade em apanhar o 189. Os painéis informativos dos autocarros estão avariados neste dia 1 de abril…

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Um otimismo indómito

No sábado, dia 7 de março, cinquenta mil pessoas manifestaram-se em Londres para protestar contra a guerra travada por Israel e pelos Estados Unidos no Irão. Uma afluência notável em comparação com a de outras metrópoles ocidentais, mas insignificante se recuarmos no tempo: a 15 de fevereiro de 2003, mais de um milhão de manifestantes percorriam as ruas de Londres contra a invasão do Iraque.…

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Uma Constituição revolucionária e socialista

Nacionalizações, reforma agrária, relações de produção socialistas, poder democrático das classes trabalhadoras… A Constituição da República aprovada em 2 de abril de 1976 incluiu na sua secção económica uma orientação socialista, articulada com a construção da democracia. Passados 50 anos, quando a direita ganha novo alento para rever o texto constitucional, recolocar esta articulação não é só…

Uma docilidade tão mal recompensada

A agressão israelo-americana ao Irão, desprovida de qualquer pretexto sério ou de justificação legal, sublinha a inexistência da Europa perante uma guerra que lhe compromete a segurança e ameaça a economia. Este apagamento é ainda mais espetacular porque, antes disso, Washington rompeu um tratado com Teerão negociado pelo conjunto dos europeus. A agitação impotente dos dirigentes europeus perante…

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«Os nossos valores»: 28 milhões de mortos

Em 2020, um grupo de universitários tornou pública uma ferramenta inédita: uma base de dados que regista, desde a década de 1950 até aos dias de hoje, o uso de uma arma diplomática que se supõe ser sempre mais suave e mais humana do que a guerra: as sanções. Na maioria das vezes, são os ocidentais que as impõem e os países do Sul que as sofrem. Em sete em cada dez casos, elas não atingem os…

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Road to independence

In the late 19th century the British South Africa Company, founded by Cecil Rhodes, then prime minister of the Cape Colony, annexed territories south of the Zambezi in order to exploit their mineral resources. Before long, however, the white colonists wanted to free themselves from the company's authority, so in 1923 Southern Rhodesia became a British colony with an autonomous government and…

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Road to independence

In the late 19th century the British South Africa Company, founded by Cecil Rhodes, then prime minister of the Cape Colony, annexed territories south of the Zambezi in order to exploit their mineral resources. Before long, however, the white colonists wanted to free themselves from the company's authority, so in 1923 Southern Rhodesia became a British colony with an autonomous government and…

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