Mohamed Hany marcou na própria baliza e fixou resultado. O dia segue com jogos Uruguai-Arábia Saudita e Irão-Nova Zelândia. Ainda, PSD vai evitar confronto com Seguro após veto à lei das bandeiras.
Mohamed Hany marcou na própria baliza e fixou resultado. O dia segue com jogos Uruguai-Arábia Saudita e Irão-Nova Zelândia. Ainda, PSD vai evitar confronto com Seguro após veto à lei das bandeiras.
Luís Aguiar-Conraria responde a uma ouvinte preocupada com a situação da esquerda mais à esquerda do PS. E a uma provável provocação sobre políticos que não leem.
Isabel Moreira do PS fala de uma afronta do PSD e do Chega, com a conivência do Presidente da AR. Vanessa Barata do Chega diz ser uma não-questão. Paulo Núncio do CDS duvida da necessidade do pedido.
Eleitos do PS envolveram-se em empurrões e gritos com membros dos partidos da oposição: PSD, Chega e CDS.
Manuel Monteiro, ex-líder do CDS, considera que Luís Montenegro não devia ter antecipado diretas no PSD: "Não havia necessidade". Ainda as críticas ao Ministério Público: "Deixa muito a desejar".
Nuno Garoupa analisa o impacto de uma eventual vitória eleitoral do Chega. O ás prevê crises de liderança no PSD e novos equilíbrios parlamentares que podem desafiar as atuais linhas vermelhas da AD.
Bruno Batista, ex-vice de Vieira, admite dificuldades na liderança de Rui Costa face à pressão dos adeptos. Acredita que o presidente se precipitou num momento em que o silêncio é necessário.
Um dos nossos ouvintes quer saber por que razão a esquerda reage de forma tão violente às aparições do antigo primeiro-ministro.
Barómetro da Aximage para o DN mostra que PS reúne 33,4%, Chega 23,5% e AD 23,2%. Ainda neste jornal, dois ativistas portugueses detidos por Israel devem chegar esta manhã ao Porto.
Entre o vazio do Chega, o cansaço do PSD e o congresso do CDS aqui me têm, pois, confessando mais uma vez a orfandade política.
CDS quer provar à força que não está "ligado às máquinas". Sócrates arranjou um novo "BFF" no Ministério Público e o Estado é um buraco negro que "engole" oito mil funcionários por ano.
Nuno Melo saiu de Alcobaça com a liderança reforçada, mas o partido tenta provar que consegue respirar sem apoios. E ainda, a Eurovisão fraturada e Trump que não quer saber da Europa.
O líder do CDS usou o discurso de encerramento do Congresso para sacudir rivais à direita, colar o crescimento do Chega ao PS e garantir que é o parceiro "de largo espectro" do PSD.
Um prémio Prozis para quem quer músculo, prémio de aficionado para Núncio, um prémio soviético para o antecessor de Melo e um prémio solitário para a JP. Eis os prémios do Congresso do CDS.
Melo saiu reforçado. Núncio assume-se como número dois do partido. Monteiro foi o peso pesado que trouxe leveza. Marinho retirou-se de fininho. E os votantes de Correia da Silva não enchiam dois táxis
O título resume a dúvida irónica de um ouvinte quando ouviu o secretário-geral da central sindical dizer: "Portugal tem de vender muitos pastéis de nata para poder comprar comboios".
O CDS não pode nunca pedir desculpa por existir. Precisa, isso sim, de saber para que existe. Existirá tanto mais quanto mais souber falar, sem complexos, ao país real
No Congresso de Alcobaça, o líder do CDS rejeitou vincular o partido a uma estratégia eleitoral a três anos e respondeu à JP e a Correia da Silva, que pedem mais autonomia face ao PSD.
Nuno Melo garante que não tem medo de ir a votos sozinho, nas eleições internas do CDS. Ainda, o aeroporto de Lisboa está a registar atrasos a ultrapassar uma hora.
Entre conversas de renovação de contrato com José Mourinho, o Benfica desloca-se ao terreno do Estoril. Já os leões defrontam o Gil Vicente. Ainda, arranca hoje o 32º Congresso do CDS-PP em Alcobaça.
O presidente do CDS-PP tem como único adversário o antigo deputado Nuno Correia da Silva. Ainda, presidente do TC garante que renúncia não está relacionada com estratégia político-partidária.
Esta semana ficou fechada a proposta de reforma laboral que segue para o Parlamento. Vai começar a segunda temporada de uma novela que promete mais drama. E no final, o que fica?
Na véspera do congresso do CDS, a líder da JP, Catarina Marinho, defende que o partido deve preparar-se para voos a solo fora da coligação. Garante ainda que crise interna na juventude está resolvida.
A militante queixa-se também de opacidade e irregulares no processo de credenciação e validação dos participantes no Conselho Nacional
A flexibilidade laboral chega para subir salários ou esta é uma reforma "coxa"? Se as leis mudarem sem reformas que combatam o poder de mercado dos patrões, pode existir o risco real de abusos.
O Ministério Público solicitou mais tempo para avaliar o processo. As alegações finais decorrem amanhã. Ainda, cessar-fogo à vista na Ucrânia, começa amanhã e dura até segunda-feira.
O PSD, Chega, IL, CDS e PAN (que criticaram o PCP por causa da Ucrânia) e a nossa Justiça (a dobrar) são o Bom, o Mau e o Vilão.
PSD e CDS recomendam ao Governo um programa de voluntariado com regalias para atrair jovens para as Forças Armadas. Ainda, Governo e Moedas estão em colisão por causa da Polícia Municipal.
Partidos recomendam ainda ao Governo que promova, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, "o ensino do domínio da Defesa Nacional"
Quase meio ano de mandato do antigo PM português no alto cargo europeu e o virar de página na Hungria que vai dançar o tango com Bruxelas. Com Jorge Fernandes.